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Como fazer um refinanciamento imobiliário

No momento de pedir empréstimo ao banco, proprietários de imóveis e veículos possuem uma vantagem frente a quem não possui: a possibilidade de pagar o crédito bancário de uma forma mais barata. Basta que os bens sejam oferecidos como garantia de outro empréstimo, que, por conta disso, tem taxas de juros bem reduzidas comparadas à média do mercado.

O chamado refinanciamento é uma nova modalidade de empréstimo pessoal que oferece empréstimos com juros a partir de 1,05% ao mês, mais correção pelo Índice Geral de Preços – Mercado, em casos que envolvem imóveis.

Oferecido pelos bancos geralmente para tentar cobrir outro empréstimo com risco de inadimplência, o refinanciamento imobiliário – que pode durar de 1 a 30 anos – levanta o maior número de recursos do consumidor e costumam liberar até 50% do valor do imóvel. Como em qualquer financiamento, o banco não compromete mais de 30% da renda do cliente. Ou seja: a renda do consumidor é que determina o limite de crédito que a instituição pode oferecer.

Taxa cobrada neste tipo de transação, o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) de 1,88% é pago no momento em que há a liberação de crédito e calculado sobre o valor do empréstimo. Em casos de reforma de imóvel residencial, o imposto não será cobrado, no entanto, será necessário apresentar o orçamento e o cronograma das obras assinado por um engenheiro.

Na concessão de crédito, também poderá ser cobrada uma taxa de análise de crédito, bem como a de avaliação de imóvel. O consumidor precisará ainda bancar os seguros de danos físicos ao imóvel e para morte ou invalidez permanente do cliente. Os custos de cartório igualmente entram na conta, que deve levar em conta o CET (Custo Efetivo Total) – taxa percentual que engloba todos os gastos com a transação.